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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Uma Transposição do Rio Iguaçu? Já falam disso há tempo!

A vazão média do rio Iguaçu é de 1.500 metros cúbicos por segundo um pouco mais, um pouco menos. Tirar dele 107 metros cúbicos de água por segundo, em média, para levá-la a outra bacia hidrográfica, lhe parece muito ou pouco?

Existe um projeto argentino de fazer exatamente isso. O projeto pede que se construa um canal de 700 metros ( nos 700 primeiros metros dessa “transposição”) que levaria esta água para um túnel, de 40 quilômetros que levaria a água do Iguaçu para a Bacia do Arroio (rio) Urugua’í.

O motivo da transposição seria levar água para o reservatório da Usina Hidrelétrica do Urugua’í. A vazão média do rio Urugua’í é de 53,6 metros cúbicos por segundo o que não é suficiente para que a Usina Hidrelétrica de Urugua’í gere a eletricidade que a Província de Misiones precisa. O rio Iguaçu emprestaria ao Urugua’í 107 metros cúbicos de água por segundo aumentando assim o potencial da bacia de 53,6 para mais de 160 metros cúbicos o que possibilitaria a Usina gerar mais eletricidade e outras variáveis segundo texto de Carlos Andres Ortiz, pesquisador da área económica e geopolítica.

A obra de engenharia quer dizer, a escavação do canal na rocha ao longo dos 700 metros iniciais e furar o túnel levaria 3 ou 4 anos para ser concluída e custaria US$ 120 milhões. O rio Iguaçu aguentará esse projeto? Participe desta conversa. Na Argentina muita gente já se levantou contra lembrado que o rio Iguaçu (e as Cataratas do Iguaçu) perderia 10% de seu caudal (vazão). Veja esta nota argentina sobre o problema.

Confira notas caso os links acima estiverem mortos!
http://www.misionesonline.net/opinion/leer/1748
http://www.sitiosargentina.com.ar/notas/notas_viejas/76.htm

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Iguaçu: o desconhecido e sofrido rio paranaense

Rio perde caudal e está cada vez mais poluído. A população não se dá conta. O que fazer para reverter a situação?

(Jackson Lima - Artigo publicado originalmente na Revista 100 Fronteiras de Foz do Iguaçu - Junho de 2009. Foto Usina Salto Caxias atualmente chamada Usina Governador José Richa)

Uma Audiência Pública foi convocada, às pressas, para o dia 19 do mês passado em Foz do Iguaçu. Pela primeira vez, Foz do Iguaçu quis saber o que acontecerá com a vazão de água das Cataratas, caso a Usina Hidrelétrica do Baixo Iguaçu sair do papel. A Usina ficará a 90 quilômetros das Cataratas do Iguaçu e a menos de um quilômetro do Parque Nacional do Iguaçu. “Queremos garantias de que a vazão do rio Iguaçu nas Cataratas não diminuirá”, disseram vários oradores especialmente representantes do turismo de Foz. A preocupação era com a possibilidade das Cataratas continuarem com essa mania de andar secando. Já há turistas cancelando pacotes e a ameaça de crise já ronda o setor.

Muitos discursos foram feitos. Falaram as autoridades, especialistas, ambientalistas e vereadores da casa. No final, da sessão foi anunciado que a audiência não havia terminado. Continuará em nova data à espera de representantes da empresa que construirá a Usina. Um pouco antes do final, a palavra foi passada aos prefeitos de Capitão Leônidas Marques, Claudiomiro Quadri e o de Capanema, Milton Kafer. Os dois representaram o “outro lado”. Eles defendem a hidrelétrica e dão como justificativa a situação precária de municípios que já são considerados “inviáveis” na região.

“Com a construção da Usina do Baixo Iguaçu a vazão da água nem vai melhorar, nem piorar. Vai ser a mesma” diz Kafer. A resposta parece mostrar que os problemas da seca do rio Iguaçu são muito mais complexos do que se pensa. Por coincidência, a Revista 100 Fronteiras estava produzindo este material sobre o rio Iguaçu. A tese é que o rio paranaense, na hora da verdade, é um grande desconhecido e seus problemas não são debatidos.

Em primeiro lugar, as crianças aprendem nas escolas do Estado e os turistas escutam de seus guias de turismo que o rio Iguaçu nasce em Curitiba. Ora, para os mais de cem mil habitantes de Piraquara, por exemplo, isso é um insulto. Segundo, fala-se de uma nascente do rio Iguaçu quando, na realidade, não existe “uma nascente” do rio Iguaçu. As diversas secretarias da Prefeitura de Piraquara, Agricultura, Meio Ambiente e Planejamento já levantaram mais de 1.300 fontes ou nascentes. A cidade se encontra na Área de Preservação de Mananciais e é responsável por 50% da água que abastece Curitiba e as cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Os outros 50% vem de outros municípios e outras bacias.

Contudo, as milhares de nascentes não vão muito longe depois de “nascer”. As fontes que formam os córregos que vão para os rios Piraquara, por exemplo, são logo captadas e desviadas para a Represa Piraquara I. A represa Piraquara II já entrou em funcionamento. As nascentes das centenas ou milhares de pequenos córregos que se dirigem, para a Bacia do rio Iraizinho também são levadas para a represa do Irai entre Piraquara e Quatro Barras.

E assim é a vida das águas que formarão o Iguaçu na região conhecida como BARI – Bacia do Alto Rio Iguaçu. Depois de sair das represas, a água é captada e canalizada muitas outras vezes, mesmo antes de sair do município de Piraquara. As águas do rio Irai e do rio Piraquara vão se encontrar logo abaixo das represas. Prosseguem em direção a Pinhais, mas antes passam por uma estação da Sanepar.


Primeira aparição e trajeto

Às margens da BR 277, sobre uma ponte, o viajante vai encontrar a primeira placa federal avisando: Rio Iguaçu. Nesse ponto o rio Atuba, seriamente poluído já desembocou no rio Iraí que também está perdidamente poluído. Este encontro do Atuba com o Irai é chamado de “Marco Zero” do Rio Iguaçu. A partir daqui se contam os quilômetros até sua foz em Foz do Iguaçu. É por causa disso que as escolas ensinam que o rio Iguaçu nasce em Curitiba.

Saindo desse ponto na BR 277, ou Avenida das Torres, o rio prossegue para Araucária em seu trajeto para Porto Amazonas a 70 quilômetros de Curitiba. Aqui acontecem duas coisas importantes. Primeira, o rio é naturalmente revitalizado e rejuvenescido ao passar pelas Cachoeiras de Caiacanga. A segunda é que a partir de Porto Amazonas o rio passa a ser navegável. Uma placa no porto avisa: “Marco Zero da Navegação do Rio Iguaçu”. A navegação e o rio são tão importante que o prédio da Prefeitura tem forma de barco. O rio aqui ainda sofre a poluição que vem da capital.

Porém, o principal problema do rio Iguaçu em Porto Amazonas já é o que assusta e ameaça o turismo de Foz do Iguaçu. É a baixa da vazão do rio. Os barqueiros, os canoeiros, os pescadores reclamam e os poetas lamentam em versos. Mesmo em Porto Amazonas, o rio está secando e o assoreamento preocupa. “Mas ninguém vê – diz o poeta – está todo mundo ocupado”, lamenta em verso Daniel Caron.

De Porto Amazonas, o rio aponta para o lado de Santa Catarina. Começa a deixar a região onde nasceu. Na fronteira com Santa Catarina, o rio Iguaçu recebe uma injeção de água e de ânimo. Nele desemboca o rio Negro que nasce no Morro Redondo, na Serra da Araçatuba e percorre 240 quilômetros até encontrar o Iguaçu. O Rio Negro que passa pela cidade de Rio Negro (PR) marca a divisa entre Paraná e Santa Catarina.

Uma vez fortificado e com vazão redobrada, o Iguaçu continua margeando o Paraná e Santa Catarina. São 239 quilômetros entre Porto Amazonas e as cidades de União da Vitória (PR) e Porto União (SC). Aqui termina o trecho livre e desimpedido do rio Iguaçu. Começa a área em que o rio foi “aproveitado” para a construção das hidrelétricas.

As Usinas

Foz do Areia é o nome da primeira Usina Hidrelétrica do Rio Iguaçu, As outras são Salto Segredo, Salto Santiago, Salto Osório e Salto Caxias. Esta última com sede em Capitão Leônidas Marques, terra do prefeito Claudiomiro Quadri. Vinte quilômetros abaixo de Salto Caxias é onde se pretende construir a Usina Hidrelétrica (UHE) Baixo Iguaçu, a sexta e última do rio, debatida na Audiência Pública de Foz do Iguaçu.

Os especialistas dizem que comparado com a Usina Hidrelétrica da Foz do Areia, o lago da UHE Baixo Iguaçu que terá 13,56 quilômetros quadrados não é nada. O reservatório da Foz do Areia inundou 167 quilômetros quadrados. “A única usina que tem condição de segurar água e afetar o rio é a Foz do Areia” disse Edson Manasses da SUDHERSA - Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental. Segundo ele, a UHE Baixo Iguaçu não terá efeito nenhum sobre a vazão. Quer dizer, quem procura um bom motivo para se preocupar deve olhar para Foz do Areia que foi construída com dois motivos em mente: controlar cheias do Iguaçu e produzir energia elétrica.

A UHE Baixo Iguaçu vai inundar 336 propriedades que envolverá 359 famílias e custará cerca de R$ 1 bilhão. Apesar do Reservatório ter somente os 13,56 quilômetros quadrados, na matemática do projeto, os municípios perderão terras. Capitão Leônidas Marques perderá 550,8 hectares, Capanema perderá 452,4 hectares e Realeza 340,4 hectares. Outros municípios também sacrificarão terras. É o caso de Planalto que perderá 6,18 hectares e Nova Prata do Iguaçu perderá 3,87. “Até esse povo que vai perder terras concordam com o projeto”, disse Kafer de Capanema. Vale destacar que Capitão Leônidas Marques é parte do Oeste do Paraná. Os outros municípios do projeto estão no Sudoeste – o rio Iguaçu é uma fronteira entre as duas regiões do Paraná.

Tanto o chefe do Parque Nacional do Iguaçu e do Instituto Chico Mendes, Jorge Pegoraro, como os prefeitos da região destacaram que o projeto da UHE Baixo Iguaçu é antigo e que vem sendo modificado. O prefeito de Capitão Leônidas Marques, lembrou que o projeto inicial previa a inundação de 17 quilômetros de área do Parque Nacional do Iguaçu. “Nossas comunidades lutaram para que a proposta fosse modificada”, disse Quadri.

Divisão de interesses

Incluindo os 10 municípios da área de nascentes do rio Iguaçu entre eles a capital, o rio Iguaçu define destinos de 43 municípios paranaenses. Cada município se encontra em uma de três grandes áreas de interesse econômico: produção e negócios da água, produção de eletricidade e em trecho pequeno na RMC, refino de produtos derivados de petróleo.

Pode-se incluir, no trecho final do rio, os interesses do turismo, lazer e da preservação. Hoje, cada setor trabalha separado. O rio necessita de uma visão integral para não tornar-se o rio dos conflitos. No meio há interesses agrícolas, da agricultura familiar, do artesanato, pescadores e cooperativas de produtos da pesca – como entre Capitão Leônidas Marques e Nova Prata do Iguaçu. Duas áreas de interesses são poderosas. Na Região Metropolitana de Curitiba, a questão da água é muito séria. Curitiba está na lista das cidades brasileiras com fragilidades no abastecimento de água. O futuro é preocupante. Em algumas áreas da RMC já há conflitos entre o uso da água para abastecimento e a água para eletricidade. Que a discussão da UHE Baixo Iguaçu ajude a deslanchar esta preocupação integral com o rio e a comunidade do Rio Iguaçu das suas fontes até a sua foz.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Navegação no Rio Iguaçu abaixo das Cataratas e no Rio Paraná: ontem e hoje

Não há mais barco brasileiro navegando o rio Paraná na direção de Posadas ou Buenos Aires. Isso acabou com a inauguração da BR 277. A navegação de passageiros rio abaixo ou acima acabou também no Paraguai e na Argentina. Assim esta imagem dos tempos antigos se limita a fotos e lembranças dos mais velhos.

Mas Pueerto Iguazu, ainda tem o privilégio de ver barquinhos como este ainda viajando e trazendo cargas até o Porto da cidade. No dia 6, deste mês, vi este barco no porto. Havia dois deles no porto nesse dia. Fiquei olhando e sonhando. Gostaria de descer o rio com ele. Seria bom ver o rio como tanta gente viu. Fico devendo mais uma nota sobre o que carregam.
Mais um barco barco no lado argentino do rio Iguaçu. É típico dos barcos de carga que navegam o rio Paraná e o Paraguai tanto na Argentina como no Paraguai. No porto de Assunção, já vi muitos desses que traziam cimento do Alto Paraguai - Cimento Vallemi, se não me engano.

Mas Foz do Iguaçu já foi destino de muitos barcos tanto de passageiros como de carga. Este aqui pertenceu e foi fabricado por um senhor de nome Colombelli - hoje existe um loteamento chamado Jardim Colombelli na região de Três Lagoas. Colombelli era um armador, um micro armador. O barco segundo outras fotos que há no acervo da Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu foi construido pelo Sr. Colmbelli e equipe. Quem serão essas pessoas aí no convés?

terça-feira, 4 de maio de 2010

O rio Iguaçu em época de muita água


Cataratas do Iguaçu - há tanta água que a fronteira sumiu. A água cobriu a fronteira entre Brasil e Argentina. As fotos são de Adenésio Zanella tiradas de um helicóptero da Helisul. Boa foto! Obrigado por tê-las enviado para mim!

Eis o rio Iguaçu, um pouco acima das Cataratas do Iguaçu. Muita água. Tanta água que nem se pode dizer que o rio serpenteia. É imenso. Foi durante as chuvas do começo deste maio (2010). A foto é de Adenésio Zanella - fotógrafo da região do Iguaçu e do pantanal. Ele também leva turistas para conhecer grandes paisagens como essa, o Pantanal e a Costa Oeste do Paraná. O site dele é www.zanella.tur.br

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Rio Iguaçu: ponte que une o Oeste e o Sudoeste do Paraná


A equipe do Blog Rio Iguaçu está precisando colocar o pé na estrada. Para não perder o hábito de postar, coloco aqui esta foto cedida por Luiz Carlos Rodrigues, de Capitão Leônidas Marques que fez esta foto da ponte que une o Oeste e o Sudoeste do Paraná. Você está olhando a foto desde o lado do Oeste do Paraná. No lado de lá é o Sudoeste. No lado de cá é C.L. Marques. No lado de lá é Realeza. Boa foto. Obrigado Luiz!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

E as Cataratas cotinuam sofrendo


O vídeo mostrado no Jornal Nacional mostra os problemas causados pela estiagem no Sul do Brasil. Mostra também a seca nas Cataratas do Iguaçu. Choveu há poucos dias. Até chove. Mas vem aquele problema das necessidades humanas que devem ser satisfeitas. Mesmo tendo chovido, a água não chegou. As hidrelétricas precisam encher seus reservatórios. Confira o vídeo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Rio Iguaçu visto do Paraguai


Alô, visitantes do Blog Rio Iguaçu: esta linda foto, cuja autoria agora não sei, foi feita por alguém que participava desse evento no Marco das Três Fronteiras que fica na cidade de Presidente Franco, Paraguai. Na foto se vê o rio Iguaçu vindo das Cataratas e se encontrando com o rio Paraná. Aqui termina a longa viagem do rio Iguaçu. Ali, à esquerda de quem olha para a foto, termina o Estado do Paraná. No lado oposto está a Argentina. Se vê lá em baixo, uma balsa que transporta veículos e passageiros entre Puerto Iguazú, Argentina e o Marco Três Fronteiras, no Paraguai.A ocasião aqui foi uma cerimônia de paz e união promovida pela Iniciativa das Religiões Unidas (URI) que tem um centro em Curitiba. Clique na foto para aumentar e ver detalhes.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Usina Salto Caxias


Esta é uma foto da Usina Governador José Richa, antiga Salto Caxias, em Capitão Leônidas Marques. Uma nova hidrelétrica está sendo planejada. Ela deverá estar a 20 km, rio abaixo. Este é um assuto que deve ser discutido. Como fica a sitiação das Cataratas do Iguaçu? Hoje, os guias de turismo de Foz do Iguaçu já avisam aos turistas que segunda-feira é o dia que menos tem água nas Cataratas. Terça-feira parece ser o segundo pior dia para visitar as Cataratas do Iguaçu. Creio que é hora de brasileiros e argentinos dizerem o que querem. Vamos nos conformar com umas Cataratas com um nivel artificial de água? O pessoal da área do turismo de Foz do Iguaçu e Puerto Iguazu deveria estar preocupado com isso!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Rio Iguaçu, segundo mais poluído do Brasil?


O Blog do Rio Iguaçu retransmite esta triste notícia no Dia Mundial do Meio Ambiente. Saiu no portal da RPC / Gazeta do Povo.

"Rio Iguaçu, o 2º mais poluído do país, não tem perspectiva de melhora
O rio que corta o Paraná é o segundo mais poluído do Brasil. Elevada quantidade de moradores na bacia do Iguaçu e baixa vazão são apontados como agravantes da poluição"...
Leia mais
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Foto Albari Rosa/Arquivo Gazeta do Povo: O Rio Iguaçu, no bairro Cajuru, às margens da BR-277: espuma causada pela poluição da água.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Ilha dos Papagaios



O nome correto deveria ser a Ilha das Maritacas, os papagaios são maiores etc. A ilha se vê lá rio, mais próxima do lado argentino do que do brasileiro. Daqui se tem a primeira visão das Cataratas lá longe. Destaque especial para a Neblina que sai do Salto principal chamado de Garanta do Diabo. Eu chamo o salto de " Gran Manifetsación de la Diosa" ou "Grande Manifestação da Deusa". Realmente quero destacar aqui a beleza desta região do rio Iguaçu onde ele é internacional. Os dois lados são parques nacionais e os animais, as aves especialmente são livres. Tenho um amor especial pelas maritcas do Parque Nacional do Iguaçu. Elas são visitantes freqüentes dos céus de Capitâo Leônidas Marques. Voam ruidosamente a partir das 6h da manhã. Pelo menos uma vez, pousaram em árvores a poucos metros de onde eu estava. Uma maravilha. Há excursão à Ilha, para ver as maritacas de regresso no final da tarde.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Nascente pura



Esta nascente em Piraquara é modelo. É muito fotografada e mostrada a quem procura a nascente do rio Iguaçu. A foto é da Prefeitura Municipal de Piraquara. Abaixo seguem alguns dados sobre a Bacia do Rio Iguaçu. Coloco-os aqui enquanto organizo o blog.

Números e Curiosidades sobre o Rio Iguaçu

A Bacia do Rio Iguaçu cobre 72.637,5 km². A distribuição é a seguinte:Paraná, 57.329 km².
Santa Catarina 13.470 km².
Misiones, 1.837,5 km².

Curiosidade:
O Paraná é dono da maior parte do rio.
Misiones, (RA) é dona da maior parte das Cataratas!



Bacias formadoras do Rio Iguaçu com seus tamanhos em quilômetros quadrados

Bacia do Altíssimo Iguaçu 565 km2
Bacia do Rio Irai 113 km2
Bacia do Rio Iraizinho 52,60 km2
Bacia do Rio do Meio 40 km2
Bacia do Rio Piraquara 27 km2 (Atual)
Bacia do Rio Palmital 93 km2
Bacia do Rio Itaqui 39,80 km2
Bacia do Rio Pequeno - 140 km2

Bacia do Alto Iguaçu
Margem esquerda
Bacia do Rio Miringuava 303 km2
Bacias dos rios Cerro Azul e Campina 95 km2
Bacias dos rios Cotia e Despique
Rio Cotia 48km 2,
Rio Despique 53 km2
Bacia do Rio Maurício 138 km2
Bacia do Rio da Onças (Mandirituba) 29 km 2
Bacia do Rio Faxinal - 95,6 km2,
Bacia do Rio das Onças (Contenda) 75.6 km2
Bacia do Rio Piunduva 25 km2
Bacia do Rio Verde 257 km2
Margem direita
Bacia do Rio Passaúna 145 km2
Bacia do Rio Itaqui 128 km2
Bacia do Rio da Várzea 475 km2

Fonte: Sanepar

Afluentes da Margem Direita sentido Curitiba - FOZ

Rio Negro
Rio da Várzea
Rio Passa Dois
Rio Potinga
Rio Areia
Rio Pinhão
Rio Jordão
Rio Cavernoso
Rio das Cabras
Rio Guarani
Rio Adelaide
Rio Andrade
Rio Gonçalves Dias* (Ver foto)
Rio Floriano*
Rio Silva Jardim*
Rio São João*
Rio Tamanduá
Rio Carimã

* Rios que adentram o Parque Nacional do Iguaçu para desembocarem no rio Iguaçu. Destes, o rio Floriano é o único que nasce e desemboca no interior do Parque.

Afluentes da Margem Esquerda sentido Curitiba - Foz (Leste - Oeste)

São João
Rio Canoinhas
Rio Timbó
Rio Jangada
Rio Iratim
Rio Chopim
Rio Capanema
Rio Santo Antônio / San Antonio*

*Rio San Antonio / Santo Antônio é internacional. Marca a fronteira Argentina - Brasil